Bandidagem



Tuas carnes e pele suplicam
Pelos caninos descendo a ladeira
Quer atropelo, que na pista deslize
E diga onde derrapo e mordo
Quer pra cima e pra baixo,
Embaixo, no centro e no meio
Pede que solte o freio
E te ponha cabresto e arreio
Que sele e monte
Pele com pele como lixa
Quer trato e mau trato
Quer grito
Quer caninos em teu corpo,
Em atrito
Quer esporas nos quartos
Quer agito
Quer que beije e sarre
Bonito
Pede curvas fechadas
Do teu bandido maldito!




Ode Revelar

Com ela ninguém pode!
Juro, é verdade,
Com essa não contava.?
Jamais acreditaria?
Conheci uma, loura, poderosa
Já acorda pronta, inteira,
Com essa ninguém pode
Já que a loura é guerreira,
Cara dura e verdadeira!
Juro, uma loura porreta.
Condizente com essa lenda,
Juntando 10 não dá uma dela
Corajosa, pura fortaleza,
Justa, até na safadeza,
Corta com a língua sorrateira!
Jardineira a sua boca,
Com seus beijos ela rega
Jorrando prazer com a feiticeira!
Caso sério essa história,
Jovem ainda nesse rito
Com a loura gemo e grito.
Jaz aqui a testemunha
Capturado por esse mito!


2 comentários:

Sandra Botelho disse...

Uau!
Lindos os dois.
Beijos achocolatados

Rosangela disse...

Amigo! Nossa, adorei... Imagem e poemas perfeitos. Me identifiquei muito!
Bj grande!